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Curitibano mantém coleção rara com mais de dois mil pins olímpicos: 'Paixão da minha vida'

A paixão de Luiz Toni pelos Jogos Olímpicos se traduz na coleção de mais de 2 mil pins. Acervo pessoal O psicólogo curitibano Luiz Fernando Tonidandel, con...

Curitibano mantém coleção rara com mais de dois mil pins olímpicos: 'Paixão da minha vida'
Curitibano mantém coleção rara com mais de dois mil pins olímpicos: 'Paixão da minha vida' (Foto: Reprodução)

A paixão de Luiz Toni pelos Jogos Olímpicos se traduz na coleção de mais de 2 mil pins. Acervo pessoal O psicólogo curitibano Luiz Fernando Tonidandel, conhecido como Luiz Toni, é um fã dos Jogos Olímpicos e esteve em muitas edições do evento. Além das memórias especiais, ele expressa a paixão pela competição em seus mais de dois mil pins olímpicos, itens que coleciona e troca durante as edições que participa. Neste ano, ele acompanhou presencialmente os jogos das Olimpíadas de Inverno na Itália, que terminam neste domingo (22). ✅ Siga o g1 PR no WhatsApp A tradição dos pins é antiga no cenário olímpico. Os objetos começaram a ser fabricados na primeira olimpíada da era moderna, em Atenas, no ano de 1896, mas foi nos Jogos de Paris de 1924 que as trocas ganharam força. Veja os vídeos que estão em alta no g1 No caso de Luiz, o hobby começou em 2008, quando assistiu aos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, na China. "Um treinador brasileiro me deu meus primeiros pins, e naquele momento eu ainda não imaginava o que aquilo representaria na minha vida", explicou. Nas redes sociais, o curitibano compartilha imagens da sua coleção, que constantemente viralizam Reprodução/Toniolympicpins Foi também em Pequim que percebeu que o ambiente olímpico permite outro tipo de troca: a de experiências e culturas. "São pessoas de países diferentes, culturas diferentes e histórias diferentes que, em muitas situações da vida, talvez nunca tivessem a oportunidade de trocar uma palavra ou compartilhar um momento. Mas durante os Jogos, essas trocas acontecem de forma natural, espontânea e verdadeira", conta. Durante a passagem pela Itália, o curitibano teve a oportunidade de presentear o primeiro brasileiro vencedor do ouro olímpico na competição de inverno, o atleta de slalom Lucas Pinheiro Braathen, com um pin exclusivo. Encontro entre Luiz Toni e Lucas Pinheiro. Acervo pessoal Leia também: Investigação: Dois dos cães que desapareceram do pátio do Mercado Livre são encontrados em outra cidade '20 dias de uso, mas salvou minha vida': Mecânico é atacado por cachorros, animal morde celular e aparelho explode no bolso do homem Competição: Paranaense busca título de melhor limpador de vidros do mundo nos EUA Itens raros na coleção Luiz mostra pins raros de Pequim, Atenas e um do Snoop Dogg, dos Jogos de Paris Acervo pessoal No inventário de dois mil itens, é natural que alguns se destaquem. "O primeiro pin que recebi, em 2008, continua sendo um dos mais especiais da minha coleção, porque ele representa o início de tudo", relata. Ao falar dos favoritos, lembra ainda do pin que ilustra o cantor Snoop Dogg, produzido para os Jogos de Paris de 2024. Ele conta que esse é um dos broches mais cobiçados entre colecionadores e só o conseguiu porque foi presenteado por uma jornalista americana ligada ao artista. "Contei minha história e minha paixão pelos Jogos, ela me disse que estava guardando aquele pin para alguém que realmente entendesse o significado dele. E então decidiu me presentear", afirma. Outra raridade é um pin histórico fabricado para a Sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI) realizada em Roma, em 1966. Luiz diz que esse é um dos mais importantes da coleção. "Hoje, a grande maioria dos pins da minha coleção tem uma história. Eu lembro de quem me deu, onde aconteceu, o que a gente conversou. E isso é o mais bonito de tudo: graças aos pins, eu tenho amigos no mundo inteiro", relembra. *Estagiária do g1 Paraná, sob supervisão de Caio Budel. VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias do estado em g1 Paraná.